segunda-feira, 5 de julho de 2010

Nezinho e Marquinhos aprovam estilo Magnano

Os problemas no Pré-Olímpico de Las Vegas, nos EUA, em 2007, parecem distantes agora. Depois de um longo período afastados, Nezinho e Marquinhos fizeram na noite de sexta-feira, na quadra do Palmeiras, o primeiro treino na seleção de basquete desde que voltaram a ser chamados, com a chegada do técnico argentino Rubén Magnano. Nezinho, destaque do Brasília, campeão do NBB nesta temporada, comemorou o retorno à equipe.

- É muito bom. Quando saiu a lista, foi como se tivesse sido a minha primeira convocação. Estou muito feliz por fazer parte deste grupo - disse o jogador, que acabou saindo do treino com um inchaço no dedo depois de um choque com um companheiro em quadra.

Marquinhos segue a mesma linha. O ala, com passagens pela NBA e atualmente no Sutor Basket Montegranaro, da Itália, se disse entusiasmado com a volta. Para o jogador, a nova filosofia de trabalho de Magnano vai ajudar no crescimento da seleção.

- São conceitos diferentes. Temos que aprender e pegar a filosofia rapidamente. Nós precisamos de alguém assim (com currículo vencedor). Temos sempre o desejo de vencer, ganhar as Olimpíadas, o Mundial. Então, é importante.

Para o ala, o perfil exigente do argentino também será fundamental para os planos do Brasil.

- É bom ser assim. Temos de trabalhar. Temos duas horas de treino aqui com ele e devemos aproveitar muito bem para aprender o que quer nos passar.

Nezinho afirma que nem o sotaque puxado atrapalha na hora de ouvir as instruções do treinador.

- A linguagem do basquete é universal. Claro que é difícil às vezes, mas pegamos rápido. É bom que ninguém deixa de prestar atenção. O grupo está muito forte e devemos manter essa pegada.