sábado, 30 de abril de 2011

Numerologia 'dá errado', e Bábby amarga lesões e irregularidade com novo nome

O pivô Rafael Araújo iniciou a atual temporada em busca de um recomeço. Após ano ruim, procurou um numerólogo e decidiu trocar de apelido e número de camisa em sua segunda passagem pelo Flamengo. Baby passou a ser Bábby, mas a mudança não impediu que as lesões voltassem a perseguir o jogador, que vive sua pior temporada no basquete brasileiro.

MUDANÇA FOI ERRADA, DIZ NUMERÓLOGA

A explicação para o momento ruim de Bábby pode estar na própria mudança de nome. Segundo a numeróloga Aparecida Liberato, a nova grafia do apelido do pivô trouxe energias negativas para o jogador.

“O nome Baby tem o número 3 como energia, o que favorece a comunicação, a desenvoltura, a criatividade e a visibilidade. O nome Bábby tem o número 14=5, que é uma energia instável e sujeita a riscos. Aumenta a impulsividade e não traz harmonia”, disse a numeróloga.

Aparecida Liberato também indicou que, segundo os números, a atual temporada é propícia para que Bábby sofra com lesões. “Temos que levar em conta que ele vive atualmente, até seu próximo aniversário, o ano de energia 7, que traz problemas de saúde. O ano 7 é bastante limitador e traz falta de energia física”, afirmou.

Mas as coisas devem melhorar para Bábby no próximo ano. De acordo com a numeróloga, será quando o pivô atingirá seu auge. “Entrará em um ano 8, que é exatamente o número que está em seu nome de nascimento e que indica seu destino. Terá mais energia, grande vitalidade e condições de mostrar toda a sua capacidade como jogador. Irá se destacar na sua categoria, como atleta. Terá então o reconhecimento necessário”.
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A temporada 2009-10 foi conturbada para Baby. Jogando pelo Paulistano, sofreu com lesões e ficou de fora dos playoffs do Novo Basquete Brasil (NBB) após contrair dengue. O pivô ainda foi afastado por indisciplina por beber cerveja no ônibus da equipe, ao lado de André Bambu. Contratado pelo Flamengo ao fim daquele ano, o pivô decidiu que era o momento de mudança. Foi quando ‘surgiu’ Bábby, que utiliza a camisa 66.

“Sou muito supersticioso. Tive um ano ruim e achei que era o momento de buscar uma coisa nova. Consultei um numerólogo e foi quando decidi mudar o nome e o número da camisa. Acho que é uma coisa boa, que só veio a dar certo”, comentou o pivô.